O receio de precisar raspar a cabeça ainda faz com que muitos homens e mulheres adiem o transplante capilar. Uma técnica adotada pela médica iguaçuense Hellen Marques Assis, no entanto, permite realizar o procedimento preservando o comprimento dos cabelos existentes.

Conhecido como No Shave FUE, o método possibilita a extração e a implantação dos folículos sem a raspagem completa dos cabelos. Com isso, as alterações visuais no pós-operatório tornam-se menos evidentes, proporcionando mais discrição no retorno às atividades sociais e profissionais.

“Começamos a utilizar essa técnica em mulheres, mas depois passamos a oferecê-lo também aos homens, pois percebemos que muitos deixavam de fazer o transplante por receio de precisar raspar completamente a cabeça”, explica Hellen.

Segundo a médica, apenas os fios da área doadora são cortados mais curtos para permitir a retirada dos folículos. Os cabelos ao redor ajudam a disfarçar a região, tornando o pós-operatório mais discreto.

Para quem a técnica é indicada?

A modalidade é indicada principalmente para pequenas áreas de calvície, rarefação localizada, pacientes com boa densidade capilar na área doadora e procedimentos de reconstrução.

Por ser uma técnica mais delicada e minuciosa, a cirurgia pode ter uma duração maior do que o transplante realizado com a raspagem convencional.

O transplante capilar é um procedimento cirúrgico e, geralmente, o paciente recebe alta no mesmo dia. A indicação, no entanto, depende de uma avaliação individualizada e das condições clínicas de cada pessoa.

Transplante nem sempre é a primeira opção

Hellen destaca que o transplante é uma das possibilidades para tratar a perda capilar, mas existem outros tratamentos, que podem incluir medicamentos de uso oral, substâncias injetáveis e aplicações diretamente no couro cabeludo, conforme a necessidade de cada paciente.

A queda de cabelo pode estar relacionada a fatores genéticos, alterações hormonais, deficiência de nutrientes, estresse e alopecia androgenética. A médica também observa um aumento nas queixas de queda capilar entre pacientes que passam por processos rápidos de emagrecimento, inclusive durante o uso de medicamentos como a Tirzepatida.

“Antes de indicar o transplante, solicitamos uma série de exames de sangue e fazemos uma análise detalhada do couro cabeludo. Precisamos identificar a causa da queda para definir o tratamento mais adequado”, afirma.

Como identificar a perda de cabelo?

Hellen alerta, sobretudo as mulheres, para alguns sinais que podem indicar o início de uma rarefação capilar: redução do volume do rabo de cavalo, fios progressivamente mais finos, cabelos mais ralos e maior visibilidade do couro cabeludo.

“Quanto antes o tratamento for iniciado, maiores são as chances de preservar os fios”, reforça.

Ao perceber mudanças na espessura ou no volume dos cabelos, a orientação é procurar avaliação médica. Identificar corretamente a causa é fundamental para definir o tratamento e preservar a saúde dos fios.

Quem é a dra. Hellen?
A dra. Hellen Marques Assis atua nas áreas de Dermatologia Funcional Estética e Medicina Regenerativa Capilar. É cristã, casada e mãe de três filhas.

Desde 2021, atende no Núcleo Assis ao lado do esposo, o médico Léo Assis. A clínica oferece atendimento nas áreas de emagrecimento, longevidade, beleza e bem-estar.

O Núcleo Assis está localizado na Avenida Paraná, 1500, sala 8A, 2º andar, próximo ao Shopping JL, em Foz do Iguaçu.

Mais informações:
Instagram: @drahellenmarquesassis e @nucleoassis
Telefone: (45) 99992-5955

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